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Clínica BerLaris
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Mente · a partir de 18 anos

Psiquiatra em Guarulhos

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O ponto de partida

O que acontece na avaliação psiquiátrica

A primeira consulta é uma conversa. Não é interrogatório, não é teste, e ninguém sai obrigatoriamente com receita na mão.

A consulta é com uma especialista em Psiquiatria, e começa por escutar: a médica ouve o que está acontecendo agora, o histórico e o que já foi tentado antes. A partir daí propõe um caminho, que pode incluir medicação, acompanhamento regular e encaminhamento para psicoterapia.

A consulta com o psiquiatra no Centro de Guarulhos é sigilosa do começo ao fim: tudo o que é dito fica entre vocês dois. Vale igual para a consulta no consultório, por vídeo e em casa — o sigilo médico não muda de lugar.

Como funciona

Como é a consulta com psiquiatra,
do começo ao retorno

01

A primeira consulta psiquiátrica

Costuma ser mais longa que as seguintes. É onde a história inteira é ouvida — inclusive o que a pessoa acha que não tem a ver.

02

A medicação, quando entra

Nem todo quadro precisa. Quando precisa, a indicação é conversada antes: o que se espera, em quanto tempo, e o que pode acontecer no começo.

03

O acompanhamento psiquiátrico

Ajuste de dose e reavaliação fazem parte do tratamento, não são sinal de que deu errado. É no retorno que a maior parte do resultado se constrói.

As condições que mais chegam ao consultório

O que o atendimento psiquiátrico no Centro de Guarulhos cobre

01

Depressão e transtorno bipolar

Depressão maior, bipolar tipos I e II, distimia e ciclotimia, com acompanhamento de longo prazo.

02

Ansiedade, pânico e TOC

Ansiedade generalizada, síndrome do pânico, fobias, transtorno obsessivo-compulsivo e estresse pós-traumático.

03

Transtornos psicóticos

Esquizofrenia, transtorno esquizoafetivo e transtorno delirante.

04

Dependência química

Álcool, tabaco, drogas ilícitas e medicamentos — com foco em recuperação, não em julgamento.

05

Transtornos de personalidade

Borderline, antissocial, narcisista, obsessivo-compulsivo e evitativo, entre outros.

06

Transtornos alimentares

Anorexia, bulimia e compulsão alimentar, com atenção à saúde física junto da mental.

07

Insônia e distúrbios do sono

Insônia, apneia e parassonias, frequentes em quadros de ansiedade e depressão.

08

Sintomas físicos sem causa encontrada

Dor e mal-estar persistentes sem explicação clínica, muitas vezes ligados a sofrimento emocional.

09

Saúde mental do idoso

Demências, depressão do idoso, psicoses, insônia crônica, excesso de medicação e luto que não passa.

Quem atende

Dra. Bernardete de Freitas Dias

Médica psiquiatra em Guarulhos e anestesista, com passagem pelo CAPS AD.

Graduada em Medicina pela Universidade Cidade de São Paulo, com residência em Anestesiologia no Hospital Stella Maris, em Guarulhos, e pós-graduação em Psiquiatria pela Santa Casa de São Paulo.

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Dúvidas

O que costuma ser perguntado sobre Psiquiatria

Não. O atendimento é exclusivo para pessoas com 18 anos ou mais.

A consulta é uma conversa longa sobre o que está acontecendo, o histórico e o que já foi tentado. Sair com receita depende do caso: nem todo quadro exige medicação, e quando exige a indicação é explicada antes, com o motivo e o que esperar.

Sim. Há acompanhamento em saúde mental do idoso — demências, depressão, psicoses, insônia crônica, excesso de medicação e luto que não passa.

Traga a receita e a lista completa do que toma, inclusive o que não é psiquiátrico. Ajuste de medicação é um dos motivos mais comuns de procura.

Sim, com a mesma seriedade e o mesmo sigilo da consulta presencial.

A Psiquiatria domiciliar existe exatamente por isso. A médica vai até você.

O psiquiatra é médico e pode diagnosticar e prescrever medicação; o psicólogo conduz a psicoterapia. Não são caminhos concorrentes e muita gente faz os dois. Na prática, a procura pelo psiquiatra costuma se justificar quando o sofrimento já atrapalha dormir, comer, trabalhar ou conviver, quando há risco à própria vida, ou quando os sintomas físicos não têm explicação clínica. Nenhum quadro exige medicação por definição — isso se decide na avaliação.

De duas a seis semanas para o efeito principal aparecer, e esse é o dado que mais faz gente abandonar o tratamento cedo. Os efeitos colaterais costumam vir antes da melhora, o que dá a impressão errada de que o remédio está piorando as coisas. É justamente por isso que o retorno é marcado: a dose inicial quase nunca é a dose final, e ajustar faz parte do tratamento, não é sinal de que deu errado.

Agendamento

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